GRAMÁTICA: Como Luis Fernando
Veríssimo diz em O Gigolô das Palavras,
a gramática é o esqueleto de um corpo chamado língua; ou seja, é toda estrutura
dela e partindo dela, ramificam-se linguagem, sintaxe, morfologia com se fossem
membros desse corpo.
É o estudo sistematizado da
língua a fim de compreendê-la, estruturá-la, regê-la, normatizá-la. Não é só um
mecanismo de prescrição, mas a consolidação do código.
... seria, como falado na aula, o
esqueleto da língua, no caso, a língua portuguesa do Brasil. É a base para os
estudos acerca desta. À medida que se domina a gramática a língua começa a
tomar forma, ou seja, adquire-se o conhecimento necessário para dar corpo a
esse esqueleto, através da leitura e escrita com excelência.
Gramática é um conjunto de normas
que rege o uso dessa língua e que pode ser mais ou menos rígido de acordo com a
linguagem que usamos.
A escrita foi um instrumento
descoberto tardiamente na história humana. Como qualquer instrumento, ela pôde
ser aperfeiçoada por uma arte. Esta arte é a Gramática, que pode, por sua vez,
ser assim definida: gramática é a arte
diretiva da escrita para que esta atinja seus devidos fins, a saber: em
primeiro lugar, significar as palavras orais e, em segundo, significar as
idéias presentes em nossa inteligência.
...
essencial para se conhecer o funcionamento das estruturas de um texto, falado
ou não.
Parece-me que o nosso grupo de estudos está vinculado basicamente às concepções tradicionalista e estrutural/transformacionista da língua. Ainda não enxergamos a língua como veículo de interação. Mudar de postura exigiria aprofundar nosso conhecimento sobre "as duas faces da palavra" como escreveu Bakhtin.
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